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         <title>5 perguntas a …Helisson Lemos do MercadoLivre</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/opiniao/5_perguntas_a_helisson_lemos_do_mercadolivre_1243446.html</link>
         <description>
Dois anos depois a empresa &lt;a href="http://tek.sapo.pt/noticias/internet/mercadolivre_recebe_60_mil_visitas_mensais_em_1240795.html" target="blank"&gt;apresentou um balanço&lt;/a&gt; no qual revela que a versão portuguesa do site recebe uma média 60 mil visitas por mês, com cada visitante a passar cerca de 5 minutos, em termos médios.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Face aos dados, o TeK falou com a empresa e quis saber se os números alcançados estão de acordo com as expectativas iniciais. Nos últimos dois anos a concorrência neste mercado proliferou e aos sites de leilões online juntaram-se várias plataformas de classificados que animam o mercado.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
 Helisson Lemos, diretor-geral do MercadoLivre Brasil e Portugal respondeu às questões.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;TeK: Os números de visitas e anúncios publicados no MercadoLivre em Portugal ficam bem abaixo dos publicados por outras empresas também presentes no nosso mercado. Dois anos passados após a chegada a Portugal, diria que as vossas expectativas se cumpriram, em termos de utilização da plataforma?&lt;br/ &gt; 
Helisson Lemos:&lt;/b&gt; A decisão de ingressar em Portugal é baseada em análises sobre o potencial do mercado e custo de oportunidade de escalar a nossa plataforma. Considerando que a tecnologia do MercadoLivre permite esse avanço e por acreditarmos muito em Portugal, expandimos há 2 anos. 
Sobre o cumprimento de expectativa, podemos dizer que está de acordo, já que também contávamos até agora com uma gestão "orgânica", ou seja, deixando que o crescimento do site português acompanhasse o ritmo de adesão que a web naturalmente propicia.&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;

&lt;img alt="Nome da imagem" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/547027.gif"
align="left" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TeK: A sensação que tenho é que nunca investiram muito em marketing ou publicidade no mercado. Essa é uma estratégia que usam sempre, ou em Portugal não investiram por alguma razão específica (a dimensão do mercado não o justifica, por exemplo)?&lt;br/ &gt;
Helisson Lemos:&lt;/b&gt; Sua percepção está correta. O MercadoLivre.pt seguiu uma estratégia de divulgação muito parecida ao formato aplicado ao início das operações em outros países, com pequenos investimentos voltados para a publicidade online (focando recursos em links patrocinados e display) até a ferramenta estar completamente adaptada. A boa notícia é que chegou o momento de sermos mais audaciosos.&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
&lt;b&gt;TeK: Estão programadas ações concretas para dinamizar a vossa presença no mercado português ao longo deste ano. Quais?&lt;br/ &gt;
Helisson Lemos:&lt;/b&gt; Não podemos dizer quais são especificamente as nossas estratégias, mas podemos afirmar que estamos com nossos esforços voltados para satisfazer os utilizadores com melhorias na plataforma no que se refere à usabilidade e atendimento online, além de uma equipa de marketing dedicada. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
&lt;b&gt;TeK: Há diferenças significativas entre o utilizador português do MercadoLivre e o utilizador latino-americano, em termos de preferências, gostos, utilização da plataforma ou outras?&lt;br/ &gt;
Helisson Lemos:&lt;/b&gt; O utilizador português é muito parecido com o utilizador latino-americano quanto à questão de consumo/compras.  Nestes dois anos, os itens mais transacionados em Portugal foram: telemóveis e telefones; roupas, relógios e óculos; informática; eletrónica, som e imagem e câmaras digitais e foto.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Já quanto ao perfil dos vendedores, ainda é muito parecido com o perfil dos utilizadores no início das operações nos países da América Latina. A grande parte são pessoas físicas/não empresas vendendo produtos usados.&lt;br/ &gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;TeK: Quais são os planos de futuro para o MercadoLivre em Portugal?&lt;br&gt;
Helisson Lemos:&lt;/b&gt; Nosso objetivo e nosso trabalho está voltado para oferecer aos internautas portugueses a democratização do comércio eletrónico ao disponibilizar um site no qual um indivíduo, uma micro, pequena ou grande empresa podem vender produtos e oferecer seus serviços. Num momento de dificuldade económica, esta é uma oportunidade para complementar a renda, conforme já estão fazendo mais de 134 mil pessoas na América Latina, cujos rendimentos totais ou parciais provêem de suas operações no site, segundo pesquisa realizada este ano pela The Nielsen Company.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;

&lt;BR&gt;
&lt;BR&gt;

&lt;a HREF="mailto: cristinaf@casadosbits.pt"&gt;Cristina A. Ferreira&lt;/a&gt;
</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 17:12:00 GMT</pubDate>
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         <title>Como angariar financiamento para uma start-up?</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/tek_expert/como_angariar_financiamento_para_uma_start_up_1243451.html</link>
         <description>


Um projeto de investigação fez nascer uma ideia de negócio com potencial de mercado, mas como passar daí ao negócio e angariar financiamento? O tema dá o mote a &lt;i&gt;workshop&lt;/i&gt; que a Universidade do Algarve acolhe no próximo dia 21 e 22 de maio, a partir das 10 horas, na reitoria da Universidade do Algarve.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt; 
Organizado pela rede UTEN Portugal em parceria com o Programa Carnegie Mellon Portugal, o evento Start-up Funding: streaming venture capitalists and business angels.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
  "Vivemos desafios importantes relacionados com a capacidade de encontrar soluções de financiamento eficazes, que permitam às empresas portuguesas crescer e ganhar  competitividade em mercados globais", explica José Manuel Mendonça, diretor científico da UTEN Portugal numa nota à imprensa.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
"Procuramos, com este &lt;i&gt;workshop&lt;/i&gt;, partilhar as experiências de quem já deu passos no caminho do financiamento internacional, confrontar realidades e aumentar o conhecimento dos participantes sobre esta temática", acrescenta o responsável. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
As &lt;a href="http://utenportugal.org/events/startup-funding-2012/registration/" target="blank"&gt;inscrições&lt;/a&gt; decorrem no site da UTEN Portugal.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;

&lt;BR&gt;
&lt;BR&gt;</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 17:07:00 GMT</pubDate>
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         <title>Biografia de Steve Jobs no cinema pelas mãos do argumentista de A Rede Social</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/internet/biografia_de_steve_jobs_no_cinema_pelas_maos_1243448.html</link>
         <description>


Aaron Sorkin, o argumentista de A Rede Social, é o escolhido para adaptar para o cinema a biografia autorizada de Steve Jobs, avançou a &lt;A HREF="http://www.sony.pt/section/inicio" TARGET="_blank"&gt;Sony&lt;/A&gt;, que pouco após a morte do carismático líder da Apple, &lt;A HREF="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/steve_jobs_morre_aos_56_anos_1191506.html" TARGET="_blank"&gt;em outubro&lt;/A&gt;, comprou os direitos cinematográficos sobre a obra que conta a história da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

"Não há atualmente nenhum argumentista em Hollywood que esteja mais habilitado a captar uma vida tão extraordinária. Nas suas mãos, estamos confiantes de que o filme seja tudo o que Jobs foi", afirmou o co-presidente da Sony Pictures, Amy Pascal, em entrevista à &lt;A HREF="http://www.bbcworldwide.com/" TARGET="_blank"&gt;BBC&lt;/A&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

O arranque da produção está marcado para o fim de maio, mas o elenco ainda não é conhecido. George Clooney é, no entanto, apontado como o principal candidato ao papel de Steve Jobs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Recorde-se que Aaron Sorkin levou para casa o Óscar para o melhor argumento adaptado, pela sua prestação na transposição para o grande ecrã da história da criação do Facebook. Agora prepara-se para dar transformar em guião o livro escrito pelo jornalista Walter Isaacson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

A obra contou ativamente com a colaboração do co-fundador da Apple, que durante a redação do livro se terá encontrado cerca de 40 vezes com o antigo editor executivo da Time e diretor-geral da CNN. O jornalista terá também entrevistado mais de uma centena de amigos, familiares e concorrentes de Steve Jobs, escreve o &lt;A HREF="http://www.publico.clix.pt/" TARGET="_blank"&gt;Público&lt;/A&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 16:54:00 GMT</pubDate>
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         <title>
                        
                            Operadores móveis passam no teste de qualidade da Anacom</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/operadores_moveis_passam_no_teste_de_qualidad_1243444.html</link>
         <description>  

Um &lt;a href="http://www.anacom.pt/streaming/qos_vozvideotelefonia_gsm_wcdma_2011.pdf?contentId=1126593&amp;field=ATTACHED_FILE" target="blank"&gt;estudo&lt;/a&gt; realizado pela &lt;a href="http://www.anacom.pt" target="blank"&gt;Anacom&lt;/a&gt; no final do ano passado dá notas positivas aos três operadores móveis no que se refere à qualidade dos serviços prestados através das respetivas redes GSM e 3G. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Os níveis de desempenho apurados nas monitorizações realizadas em Portugal continental são bons, tanto para os serviços de voz nos aglomerados urbanos como nos eixos rodoviários. Estão ao nível dos apurados no estudo realizado um ano antes tanto no que diz respeito à cobertura como à acessibilidade, conclui a análise no que se refere às redes GSM.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Já no que se refere aos serviços WCDMA (3G) e à videotelefonia os resultados são mais díspares. Nas redes 3G o estudo mostra progressos face aos dados apurados na análise realizada em 2010, embora continue a existir uma melhor cobertura nas zonas urbanas (boa para todos os operadores), face aos eixos rodoviários. Nas estradas continuam a existir zonas com má ou mesmo sem cobertura. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
A &lt;a href="http://www.tmn.pt" target="blank"&gt;TMN&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://www.optimus.pt" target="blank"&gt;Optimus&lt;/a&gt; asseguram aqui melhor desempenho que a &lt;a href="http://www.vodafone.pt" target="blank"&gt;Vodafone&lt;/a&gt;, com 95% das medições a indicarem níveis de boa cobertura. A Vodafone só atingiu este nível em 84,1% das medições realizadas nos eixos rodoviários.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Na videotelefonia os dados revelam bom desempenham nos aglomerados urbanos, que passa a razoável para a TMN e Optimus e fraco para a Vodafone nos eixos rodoviários. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Ainda no que se refere à videochamada os dados mostra também que em termos de acessibilidade do serviço Optimus e Vodafone conseguiram sair-se melhor nos testes em aglomerados urbanos, com taxas de sucesso no estabelecimento de chamadas na ordem dos 98% e 97,7%, respetivamente. Na TMN a taxa de sucesso de chamadas baixa para 94,5%. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Nos eixos rodoviários a melhor nota vai para a Optimus (91,1%), a pior para a Vodafone, mas tanto na Vodafone (77,6%) como na TMN o estudo mostra que a qualidade do serviço (acessibilidade) piorou face a 2010. 
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;

&lt;BR&gt;
&lt;BR&gt;

&lt;a HREF="mailto: cristinaf@casadosbits.pt"&gt;Cristina A. Ferreira&lt;/a&gt;



                                
                          </description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 16:18:00 GMT</pubDate>
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      <item>
         <title>Comissão "atenta" a restrições a browsers no Windows 8</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/internet/comissao_atenta_a_restricoes_a_browsers_no_wi_1243437.html</link>
         <description>

A &lt;A HREF="http://ec.europa.eu/index_pt.htm" TARGET="_blank"&gt;Comissão Europeia &lt;/A&gt;avisou que vai "ficar vigilante" relativamente à questão &lt;A HREF="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/mozilla_e_google_acusam_microsoft_de_restring_1242298.html" TARGET="_blank"&gt;levantada a semana passada pela Mozilla  e pela Google&lt;/A&gt;, que acusam a Microsoft de preparar restrições à utilização de browsers de terceiros na versão para tablets do seu próximo sistema operativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

O Windows 8, que na sua versão para dispositivos móveis, ganha a designação de Windows RT, tem sido objeto de polémica, depois de as concorrentes terem vindo publicamente afirmar que a fabricante do sistema operativo estaria deliberadamente a colocar entraves ao pleno funcionamento de navegadores de terceiros na plataforma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Na sequência dos últimos desenvolvimentos, o regulador europeu afirmou que vai ficar atento para verificar se a Microsoft cumpre com o &lt;A HREF="http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/europeus_podem_escolher_entre_12_browsers_no_1035428.html" TARGET="_blank"&gt;acordo firmado em 2009 com a Comissão&lt;/A&gt;, que obriga a gigante a assegurar aos utilizadores a possibilidade de escolherem qual o browser que querem usar para aceder à Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Um porta-voz para a área da Concorrência na Comissão garantiu que o Executivo "está atento às alegações e vai continuar vigilante para que a Microsoft cumpra com o compromisso ao abrigo da decisão de 2009 sobre os browsers".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Especialistas internacionais já vieram porém levantar questões relacionadas com a aplicação do acordo neste caso, uma vez que a decisão de 2009 diz respeito aos navegadores a usar no sistema operativo Windows para desktop, e neste caso estaremos perante uma versão concebida especificamente para dispositivos móveis - e com um interface integralmente adaptado a esse efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:joanaf@casadosbits.pt"&gt;Joana M. Fernandes&lt;/A&gt;
</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 15:36:00 GMT</pubDate>
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         <title>Mais de metade dos utilizadores usam software pirateado</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/mais_de_metade_dos_utilizadores_usam_software_1243408.html</link>
         <description>Mais de metade dos donos de computadores em todo o mundo admitem recorrer a software pirateado, revelam os últimos números da &lt;A HREF="http://www.bsa.org/" TARGET="_blank"&gt;Business Software Alliance (BSA)&lt;/A&gt;, que entrevistou 15.000 utilizadores em 33 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

De acordo com a associação que representa as fabricantes de software, entre os 57% de inquiridos que admitem piratear programas, há 31% que o fazem "sempre", "a maioria das vezes" ou "ocasionalmente". A estes acrescem 26% que o fazem "raramente". Porém, 38% afirmam nunca ter usado programas pirateados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/547018.gif"
align="middle" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Os dados recolhidos entre janeiro e fevereiro deste ano colocam a "taxa global de pirataria" nos 42%, detalha o estudo divulgado esta semana. Portugal surge na lista com uma taxa de 40%, para um mercado de software ilegal avaliado em 245 milhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

A BSA estima que o valor global do software pirateado durante o ano passado ascenda aos 63,4 mil milhões de dólares. Em 2010, o valor situava-se nos 58,8 mil milhões de dólares, acrescenta o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

"O valor comercial do software pirateado está a crescer rapidamente", afirmou o diretor de comunicação da BSA, em entrevista à &lt;A HREF="http://www.v3.co.uk" TARGET="_blank"&gt;V3&lt;/A&gt;. De acordo com o responsável, o fenómeno fica a dever-se ao crescente peso das economias emergentes no mercado global de TI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Embora 34% das cópias ilegais tenham origem na Europa Ocidental, o novo "recorde" fica a dever-se sobretudo aos mercados emergentes, onde se registam as mais altas taxas de pirataria, como é o caso da China, onde estes valores se situam nos 77%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Neste país, o mercado ilegal de software tem um valor estimado de aproximadamente 9 mil milhões de dólares, enquanto as vendas de software legal não vão além dos 3 mil milhões, acrescenta a associação. Ainda assim, são os Estados Unidos que encabeçam a lista dos mercados onde o software pirateado representa um maior valor comercial: quase 10 mil milhões de dólares. A taxa de pirataria fica-se, porém, pelos 19%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/547019.gif"
align="middle" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:joanaf@casadosbits.pt"&gt;Joana M. Fernandes&lt;/A&gt;</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 14:41:00 GMT</pubDate>
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		    </item>
      <item>
         <title>
                        
                            Sugestão TeK: Celebrar o dia das telecomunicações</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/extras/sugestoes/sugestao_tek_celebrar_o_dia_das_telecomunicac_1243403.html</link>
         <description>Assinala-se amanhã o dia mundial das telecomunicações e da Sociedade da Informação, um dia que serve para celebrar a importância do sector para a sociedade e que é celebrado desde 1969, ano em que foi criada a União Internacional das Telecomunicações e se realizou a primeira convenção internacional do sector. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Este ano o tema escolhido para marcar data são as Mulheres e Raparigas na Sociedade da Informação (Women and Girls in ICT), numa espécie de homenagem ao género e alerta para as situações de desigualdades que continuam a existir a vários níveis, mas também no mercado de trabalho, nomeadamente nas TIC. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
"A situação é inaceitável e deve ser combatida por todos os meios disponíveis", defende a União Internacional das Telecomunicações no seu site, numa página que reserva para explicar o dia, o tema deste ano e as iniciativas que o assinalam um pouco por todo o mundo. Se &lt;a href="http://www.itu.int/en/wtisd/2012/Pages/initiatives.aspx" target="new"&gt;consultar o mapa&lt;/a&gt; e procurar eventos vale no entanto a pena notar que nem todas as iniciativas lá estão registadas. Portugal, por exemplo, não aparece. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Outra iniciativa da União Internacional das Telecomunicações, mas acessível em site próprio, é um projeto para fomentar o ingresso das mulheres nas áreas profissionais ligadas às TIC. &lt;a href="http://girlsinict.org/" target="new"&gt;Girls in ICT Portal&lt;/a&gt; é o nome da plataforma que explica o que é o dia das telecomunicações e reúne argumentos para incentivar mulheres jovens a endereçar nesta área. O mesmo portal também reúne oportunidades (prémios, networking, formação e trabalho). As oportunidades estão divididas por regiões e áreas de interesse. 
  
  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Nome da imagem" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/546999.gif"
align="middle" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A nível internacional vale ainda a pena sublinhar que está a decorrer até sexta-feira o &lt;a href="http://groups.itu.int/wsis-forum2012/Home.aspx" target="new"&gt;Fórum Mundial da Sociedade da Informação&lt;/a&gt;, evento que reúne representantes de cerca de 150 países. Também aqui o tema das mulheres nas TIC assume este ano lugar de relevo e é um dos temas em agenda nas reuniões de alto nível que decorreram ontem e hoje no evento.  
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Os detalhes do Fórum estão na página oficial, que também garante a transmissão em direto de várias sessões. 
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Nome da imagem" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/547002.gif"
align="middle" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A nível nacional também há iniciativas agendadas para marcar a data. A &lt;a href="http://www.apdsi.pt" target="blank"&gt;Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação&lt;/a&gt; - APDSI é uma das promotoras de uma iniciativa. As mulheres na Sociedade da Informação é o tema de uma mesa redonda organizada pela associação. 
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A moderação da sessão está a cargo de Maria Helena Monteiro. Participam Andreia Rangel, responsável de recursos humanos na Cisco; Beatriz Perez, diretora da mesma área na Microsoft; Vera Araújo, da direção de marketing intelligence da Zon, Vera Pereira, diretora de serviços da Meo, Sofia Aureliano, assessora no grupo Parlamentar do PS; Helena Novais da Pfizer e Sara Andrade da Vogue online. O objetivo do evento é dar voz à Sociedade da informação no feminino, sem tema determinado à partida.  
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;  
O evento decorre entre as 16 e as 17 horas no átrio da Casa do Futuro da &lt;a href="http://www.fpc.pt/" target="new"&gt;Fundação Portuguesa das Comunicações&lt;/a&gt;, um espaço que acolhe outras iniciativas relacionadas com a data. 
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
 A Fundação também acolhe a partir de amanhã um conjunto de novas exposições e a casa do Futuro recebe novas soluções.
Uma das exposições inaugurada amanhã intitula-se &lt;a href="http://www.fpc.pt/Museu/Exposi%C3%A7%C3%B5esTempor%C3%A1rias/tabid/131/ctl/Details/Mid/653/ItemID/21201/Default.aspx" target="new"&gt;FPC Future Lab 4.0: O futuro é infinito&lt;/a&gt;, uma mostra sobre as possibilidades de um futuro com muita tecnologia e criatividade. &lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Quem visita a exposição é convidado a navegar em três diferentes espaços com três diferentes especificidades: Viagem pelo Futuro, O Futuro é espacial e As Redes do Futuro. Em cada um é possível experimentar soluções tecnológicas inovadoras, destaca a organização. 

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Nome da imagem" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/547013.gif"
align="middle" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A FPC aproveita também a data para &lt;a href="http://www.fpc.pt/Museu/Exposi%C3%A7%C3%B5esTempor%C3%A1rias/tabid/131/ctl/Details/Mid/653/ItemID/21194/Default.aspx" target="new"&gt;homenagear José Ferreira Pinto Basto&lt;/a&gt;, divulgando o seu contributo para os estudos de comutação automática e para o desenvolvimento do sector das telecomunicações em Portugal. Uma homenagem prestada no ano em que se celebra o centésimo aniversário do seu nascimento.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
As cerimónias agendas para a fundação Portuguesa das Comunicações contam com a presença do presidente do da Anacom, do presidente do Conselho Geral da FPC, José Amado da Silva e do presidente da Portugal Telecom, Zeinal Bava. O encerramento está a cargo do ministro da economia e do emprego, Álvaro Santos Pereira.
&lt;br/ &gt;&lt;br/ &gt;
Ainda a destacar durante o dia de amanhã é a parceria entre a Fundação da Portugal Telecom e o Museu Nacional de Arte Antiga, que assinala o Dia Mundial das Telecomunicações com entradas livres no espaço entre as 10h00 e as 24h00 e um programa de atividades associado. Quem visitar o museu tem ainda acesso a Wi-Fi gratuito, graças a uma parceria assinada entre o Museu e a fundação PT no início deste ano. 

&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;

&lt;BR&gt;
&lt;BR&gt;

&lt;a HREF="mailto: cristinaf@casadosbits.pt"&gt;Cristina A. Ferreira&lt;/a&gt;
                                
                          </description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 13:30:00 GMT</pubDate>
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      <item>
         <title>Problemas com dados pessoais podem travar crescimento da economia da Internet</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/internet/problemas_com_dados_pessoais_podem_travar_cre_1243391.html</link>
         <description>
A falta de confiança dos utilizadores na forma como são tratados os seus dados pessoais online -ao nível da segurança ou uso indevido das informações facultadas - pode constituir um dos principais entraves à concretização do potencial económico da Internet, alerta um estudo divulgado hoje pelo &lt;A HREF="http://www.weforum.org" TARGET="_blank"&gt;World Economic Forum&lt;/A&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

A análise, levada a cabo em colaboração com a &lt;A HREF="http://www.bcg.com/" TARGET="_blank"&gt;Boston Economic Group (BCG)&lt;/A&gt;, coloca em perspetiva alguns dos principais obstáculos à concretização do crescimento estimado para a economia da Internet - que a organização espera que "quase duplique" &lt;A HREF="http://tek.sapo.pt/tek_expert/se_fosse_um_pais_a_internet_convertia_se_na_5_1229688.html" TARGET="_blank"&gt;para os 4,2 biliões de dólares entre os países do G-20, já em 2016&lt;/A&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

De acordo com os analistas, a economia da Internet entre os países do G-20 representa atualmente um valor superior ao PIB da Itália e do Brasil, mas a concretização do seu potencial de crescimento poderá ser colocada em causa se os Estados não encontrarem regras capazes de assegurar tanto a segurança e privacidade dos utilizadores como a necessidade de transação destas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

O relatório, denominado &lt;A HREF="https://www.bcgperspectives.com/Images/Rethinking_Personal_Data_1005_light_tcm80-105516.pdf" TARGET="_blank"&gt;Rethinking Personal Data: Strengthening Trust&lt;/A&gt;, propõe que sejam tomadas medidas ao nível da melhoria da proteção e segurança, que impeçam o acesso indevido aos dados por terceiros; que se encontrem consensos em matéria de direitos, deveres e permissões a respeitar durante a utilização dos dados pessoais; e que sejam criados mecanismos de responsabilização das organizações com dados à sua guarda, devendo estas ser responsáveis tanta pela segurança da informação, como por assegurar que esta apenas é usada dentro dos parâmetros acordados com os titulares dos dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

Áreas como os serviços financeiros, saúde, comércio e publicidade online e média sociais são apontados como os principais beneficiários de medidas que harmonizassem regras e procedimentos entre os diferentes Estados e assegurassem o teu tratamento em condições que garantam a segurança e respeito da vontade dos utilizadores, sem impedir o recurso às informações por parte das organizações para as quais podem gerar valor.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

&lt;b&gt;Nota da Redação:&lt;/b&gt; Foi corrigida uma gralha na notícia.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;A HREF="mailto:joanaf@casadosbits.pt"&gt;Joana M. Fernandes&lt;/A&gt;</description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 12:48:00 GMT</pubDate>
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         <title>
                        
                            Vendas de telemóveis caem pela primeira vez em 10 trimestres</title>
         <link>http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes/vendas_de_telemoveis_caem_pela_primeira_vez_e_1243387.html</link>
         <description>As vendas mundiais de telemóveis atingiram os 419,1 milhões de unidades nos três primeiros meses de 2012, num valor que representa uma descida de 2% face a igual período do ano anterior, de acordo com os últimos números &lt;a href="http://www.gartner.com/it/page.jsp?id=2017015" target="_blank"&gt;divulgados pela Gartner&lt;/a&gt;.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A consultora nota que esta foi a primeira vez, desde o segundo trimestre de 2009, que o mercado registou uma quebra, em grande parte provocada pelo abrandamento das vendas de terminais na região da Ásia-Pacífico, apesar do primeiro trimestre ser normalmente forte naquela parte do mundo, devido ao início do ano chinês. 
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Por segmento, os smartphones continuam a impulsionar o mercado, com as vendas a crescerem 44,3%, para os 144,7 milhões de unidades.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Já no que diz respeito às fabricantes, a &lt;a href="http://www.samsung.com" target="_blank"&gt;Samsung&lt;/a&gt; confirma-se como líder de mercado, com 86,56 milhões de telemóveis comercializados, valor traduzido numa quota de mercado de 20,7%.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Aquela que foi durante mais de uma década a "número um", a &lt;a href="http://www.nokia.com" target="_blank"&gt;Nokia&lt;/a&gt;,  tem agora 19,8% do mercado, depois de ter vendido 83,16 milhões de telefones entre janeiro e março últimos, menos 22,7% do que em período homólogo.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Os lugares do pódio ficam completos com a &lt;a href="http://www.apple.com" target="_blank"&gt;Apple&lt;/a&gt;, cujas vendas cresceram 96,2%, para os 33,1 milhões de unidades. A fabricante da maça tinha 7,95% do mercado no final de março.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Por sistemas operativos, o Android lidera com mais de metade do mercado (56,1%), enquanto o iOS arrecada 22,9%. Em sexto lugar, a plataforma móvel da Microsoft segue com 1,9 de quota, abaixo dos 2,6% mantidos no primeiro trimestre de 2011. As quotas do Symbian e da RIM também baixaram.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:patriciac@casadosbits.pt"&gt;Patrícia Calé&lt;/a&gt; 
                                
                          </description>
         <pubDate>Wed, 16 May 2012 11:55:00 GMT</pubDate>
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                            Vendas de telemóveis caem pela primeira vez em 10 trimestres</title>
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         <description>As vendas mundiais de telemóveis atingiram os 419,1 milhões de unidades nos três primeiros meses de 2012, num valor que representa uma descida de 2% face a igual período do ano anterior, de acordo com os últimos números &lt;a href="http://www.gartner.com/it/page.jsp?id=2017015" target="_blank"&gt;divulgados pela Gartner&lt;/a&gt;.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A consultora nota que esta foi a primeira vez, desde o segundo trimestre de 2009, que o mercado registou uma quebra, em grande parte provocada pelo abrandamento das vendas de terminais na região da Ásia-Pacífico, apesar do primeiro trimestre ser normalmente forte naquela parte do mundo, devido ao início do ano chinês. 
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Por segmento, os smartphones continuam a impulsionar o mercado, com as vendas a crescerem 44,3%, para os 144,7 milhões de unidades.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Já no que diz respeito às fabricantes, a &lt;a href="http://www.samsung.com" target="_blank"&gt;Samsung&lt;/a&gt; confirma-se como líder de mercado, com 86,56 milhões de telemóveis comercializados, valor traduzido numa quota de mercado de 20,7%.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Aquela que foi durante mais de uma década a "número um", a &lt;a href="http://www.nokia.com" target="_blank"&gt;Nokia&lt;/a&gt;,  tem agora 19,8% do mercado, depois de ter vendido 83,16 milhões de telefones entre janeiro e março últimos, menos 22,7% do que em período homólogo.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Os lugares do pódio ficam completos com a &lt;a href="http://www.apple.com" target="_blank"&gt;Apple&lt;/a&gt;, cujas vendas cresceram 96,2%, para os 33,1 milhões de unidades. A fabricante da maça tinha 7,95% do mercado no final de março.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt="Nome da imagem" src="http://imgs.sapo.pt/gfx/546986.gif"
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&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
 Por sistemas operativos, o Android lidera com mais de metade do mercado (56,1%), enquanto o iOS arrecada 22,9%. Em sexto lugar, a plataforma móvel da Microsoft segue com 1,9 de quota, abaixo dos 2,6% mantidos no primeiro trimestre de 2011. As quotas do Symbian e da RIM também baixaram.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:patriciac@casadosbits.pt"&gt;Patrícia Calé&lt;/a&gt; 
Por sistemas operativos, o Android lidera com mais de metade do mercado (56,1%), enquanto o iOS arrecada 22,9%. Em sexto lugar, a plataforma móvel da Microsoft segue com 1,9 de quota, abaixo dos 2,6% mantidos no primeiro trimestre de 2011. As quotas do Symbian e da RIM também baixaram.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:patriciac@casadosbits.pt"&gt;Patrícia Calé&lt;/a&gt; 
                                
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         <pubDate>Wed, 16 May 2012 11:40:00 GMT</pubDate>
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